19 de mar. de 2024

Apocalipse 10. Tema: O doce que esconde o amargo.

  •  “A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra. 9  Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel. 10  Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.” (Ap 10:8-10 RA)

           Doce na boca, mas amargo no estomago, gostoso de saborear, porém amargo para saciar, assim é o pequeno livro que está nas mãos do anjo que apareceu a João. Não sabemos o que este livro contém, porém somos informados que na hora de comer é agradável, porém na hora de digerir é desagradável.

           Refletindo sobre esta realidade, podemos aplicá-la a diversos contextos, pois muitas coisas que começam como mel, terminam como fel, dentre elas estão alguns relacionamentos, alguns investimentos, alguns negócios, mas, a pior de todas é o pecado.

           Todo pecado é gostoso de ser praticado, porém amargoso ao ser assalariado, visto que “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Ele se apresenta como um manjá, porém é um veneno que matará. Aparentemente tem a solução, mas o que gera é a destruição, arruinando testemunhos, relacionamentos e até nossa salvação.

           Não pense que o “doce cheiro e sabor do pecado” correspondem ao que de fato gera, afinal toda armadilha se esconde por traz de algo que o animal saboreia. Cada um de nós é atraído e seduzido por aquilo que cobiça, e ao sermos envolvidos,  terminamos esmagados pelo abraço apertado.

           Abra seu olho pois “o doce por vezes esconde o amargo”, o prazer a angústia, a alegria a tristeza, a conquista a derrota. O livro era pequeno, porém trazia consigo grande amargor, assim também “pequenos” pecados, atos, palavras, relacionamentos, trazem consigo e geram grande dor e “a conta sempre chega”.

 

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