6 de mar. de 2026

Tiago 2. Tema: Somos iguais, embora sejamos diferentes.

  •  “Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.” (Tg 2:1 RA)

           Desde a queda, o homem perdeu sua glória. A partir daí, muitas são as estratégias para recuperá-la. Algumas maneiras são lícitas e convenientes, outras não. O interessante é que ao nos destacarmos por alguma razão, somos tentados a olhar para os outros de cima pra baixo, como se fôssemos superiores, mas na verdade não o somos.

           A maneira como inicia o capítulo 2 de sua carta é digna de destaque. Embora fosse irmão de Jesus, gozasse de certos privilégios e reconhecimentos, procurava tratar aqueles que receberiam sua carta como “IRMÃOS”, revelando assim que havia aprendido com Jesus a ser “igual”, embora fosse diferente.

           Escrevendo a Timóteo, Paulo orienta o novo pastor a saber como lidar com as pessoas na igreja, para que fosse aprovado em seu ministério, sabendo usar a autoridade sem autoritarismo, afinal somos membros uns dos outros e parte do mesmo corpo: “Não repreendas ao homem idoso; antes, exorta-o como a pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza. Honra as viúvas verdadeiramente viúvas.” (1Tm 5:1-3 RA)

            Procuremos tratar uns aos outros de maneira respeitosa, carinhosa, amistosa, simples e humilde, afinal somos membros do mesmo corpo e parte da mesma família. Não deixemos que títulos, posses, posições, dinheiro, conhecimento, etc. nos levem à altivez de espírito e a menosprezar, ou distratar uns aos outros.

Busquemos aprender com nosso Senhor que comia, bebia, se vestia como seus discípulos, embora fosse o Senhor. Ele nunca foi vaidoso, soberbo, altivo, embora fosse dono de tudo e de todos. Se procedermos assim, revelaremos que reconhecemos ser partes de um todo, onde os títulos, posses, recursos, conhecimento, idade, experiências, não nos embriaguem, antes nos torna servos e companheiros de caminhada.

  • “Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei.” (1Pe 2:17 RA)
  • “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm 12:10 RA)

 

 

 

 

Propósito do sexo no casamento

 Introdução: Abordar o tema sexo no casamento é uma maneira de enfatizar aquilo que é óbvio no propósito de Deus, visto que fora do casamento sexo é pecado, mas vale ressaltar que dentro do casamento também por sê-lo.

         O texto de Hb 13:4, nos fala do “leito sem mácula”, isso é, deve haver santidade também na vida conjugal do casal. Mas, santidade no sexo refere-se a que? A continuação do texto nos ajuda a compreender que impurezas e infidelidades maculam o leito e o tornam reprovável ao Senhor.

  • “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Hb 13:4 RA)

         Quais seriam os propósitos divinos para o sexo?

  • Glorificação do nome de Deus;
  • Fortalecimento da aliança conjugal;
  • Prazer mútuo;
  • Procriação;

Vejamos a seriedade de cada um destes aspectos:

  1.  Glorificação do nome de Deus: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (1Co 10:31 RA)
  2.  Vinculação: Quando um homem e uma mulher se unem (órgãos foram planejados para isso) os 2 se tornam 1. Isso é muito sério, pois é estabelecida uma vinculação nas dimensões físicas, emocionais e espirituais. Por isso que o adultério é tão sério, pois surge um novo vínculo que quebra o primeiro.

·        “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mt 19:4-6 RA)

·        “Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura, tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz? Absolutamente, não. Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne.” (1Co 6:15-16 RA)

·        “Não adulterarás.” (Êx 20:14 RA)

·        “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1Co 7:1-5 RA)

·        Quando você se priva, priva seu cônjuge ou trai, abrem-se brechas espirituais, emocionais e físicas que vão minar o relacionamento com Deus, com o cônjuge e darão lugar ao diabo.


3. Prazer e consolo mútuo: Precisamos entender que Deus criou nosso sistema reprodutor e nele estão áreas de prazer, que visam promover satisfação, gozo e motivação para que o sexo aconteça.

  •      “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias.” (Pv 5:18-19 RA)
  •      “Beija-me com os beijos de tua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.” (Ct 1:2 RA)
  •      “Esse teu porte é semelhante à palmeira, e os teus seios, a seus cachos. Dizia eu: subirei à palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs.” (Ct 7:7-8 RA)
  •      “Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe.” (Gn 24:67 RA)

 4.  Geração de filhos:

  •      “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” (Gn 1:28 RA)
  •       “Coabitou o homem com Eva, sua mulher. Esta concebeu e deu à luz a Caim; então, disse: Adquiri um varão com o auxílio do SENHOR. Depois, deu à luz a Abel, seu irmão. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim, lavrador.” (Gn 4:1-2 RA)

5.     Conclusão: Veja como Deus criou o sexo com propósitos claros e como é importantes desfrutarmos dos seus benefícios com responsabilidade e gratidão. Não perca a bênção de Deus vivendo fora do propósito.

5 de mar. de 2026

Tiago 1. Tema: Não crie narrativas para se auto enganar.

  •  “Não vos enganeis, meus amados irmãos.” (Tg 1:16 RA)

           A mente humana é capaz de muitas façanhas, dentre elas está a criação de narrativas que justifiquem pecados, erros e comportamentos impróprios. Estes tipos de atitudes visam derrubar os conceitos de verdade e cauterizar o senso de justiça e injustiça, certo e errado.

Impressionante é que somos capazes de criar narrativas até para nos enganarmos, pois tentamos fugir da própria consciência, que é a lâmpada de Deus na alma humana.

           Mas, o que não é levado em consideração é que o autoengano mantem o indivíduo apartado de Deus, escravizado ao pecado e sujeito ao diabo, impossibilitando mudanças, pois estas só acontecem através do conhecimento e reconhecimento da verdade.

           Para combater o autoengano devemos utilizar o autoexame, tendo por base a verdade divina, “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.” (Hb 4:12 RA)

          Viver no autoengano também nos expõe a manifestações do juízo divino, gerando problemas que afetarão nossa existência e eternidade, por isso o conselho é:  “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.” (1Co 11:28-31 RA)

          Após nos auto analisarmos, tendo por base as Sagradas Escrituras, devemos confessar nossos pecados e pedir perdão ao Senhor, pois só Ele de fato  pode nos transformar em pessoas santas e piedosas.

          Tenha cuidado consigo, pois certamente você é seu maior inimigo, por isso deve ficar atento com os argumentos e contra-argumentos elaborados em sua natureza pecaminosa, pois podemos nos enganar, enganar as pessoas, mas nunca enganaremos a Deus, pois conhece e reconhece a verdade em nosso íntimo.

  •  “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas,” (1Co 6:9 RA)
  •  “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6:7 RA)

 

 

 

           

 

 

 

 

4 de mar. de 2026

Propósito do ensino bíblico

Introdução: Saber as razões pelas quais o Senhor estabeleceu o ensino na Igreja, nos ajudará a valorizá-lo e aplicá-lo ao dia-a-dia. Vejamos algumas destes propósitos:

  1.  Perpetuar a mensagem bíblica e expandi-la: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.” (2Tm 2:2 RA)
  2.  Gerar vida, nos conduzir às promessas e nos orientar como tomar posse delas: “Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os juízos que eu vos ensino, para os cumprirdes, para que vivais, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR, Deus de vossos pais, vos dá.” (Dt 4:1 RA)
  3.  Nos fazer sábios: “Ouvi o ensino, sede sábios e não o rejeiteis.” (Pv 8:33 RA)
  4.  Nos fazer prosperar: “O caminho para a vida é de quem guarda o ensino, mas o que abandona a repreensão anda errado.” (Pv 10:17 RA)
  5.  Nos destacar: “Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço.” (Pv 1:8-9 RA)
  6.  Nos livrar do mal: “O ensino do sábio é fonte de vida, para que se evitem os laços da morte.” (Pv 13:14 RA)
  7.  Loucos desvalorizam o ensino: “O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.” (Pv 1:7 RA)

8.      Conclusão: Aqueles que se dedicam ao ensino devem ser honrados, pois estão promovendo a manutenção e o crescimento do Reino.:

·         Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem, com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário.” (1Tm 5:17-18 RA)

Hebreus 13. Tema: Alivie a vida do seu pastor.

  •  “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.” (Hb 13:17 RA)

           Ter líderes sérios e comprometidos com o Evangelho é um desejo e necessidade de todos que querem agradar a Deus, afinal, líderes inspiram, ensinam, cuidam. Estes serviços pastorais são prazerosos, mas também desgastantes, pois envolvem sentimentos, emoções que por vezes atingem o físico e o psicológico.

           A orientação bíblica é que devemos ser pessoas que facilitem o cuidado pastoral, para que não gere dores e sofrimentos, pois já bastam as lutas constantes contra o pecado, o mundo e o diabo, que lutam contra aqueles que Deus escolheu para cuidarem do Seu povo, pois está escrito “ferirei o pastor e dispersarei o rebanho”.

           Mas, como podemos aliviar os pastores no cumprimento de suas missões?

1.      Seja fiel a Deus;

2.      Mantenha sua vida devocional em dia;

3.      Ouça os ensinamentos e exortações;

4.      Acate as correções e disciplinas;

5.      Evite criar problemas dentro e fora da comunidade;

6.      Não se junte aos rebeldes, fofoqueiros e insubmissos;

7.      Some o multiplique, ao invés de subtrair e dividir;

8.      Reconheça a seriedade e os esforços;

9.      Valorize os acertos, o cuidado, a atenção, os investimentos;

10. Trate-os bem;

11. Ore por eles;

Seguindo estas orientações, você estará “cuidando de quem cuida de você” e certamente contribuirá significativamente para o bem de todos. Pastores não são perfeitos, completos e nem autossuficientes. São homens e mulheres que se esforçam pelo bem de pessoas que nem sempre reconhecem, mas você pode ser diferente e fazer diferença, reconhecendo o trabalho feito e evitando dar trabalhos desnecessários. Se você não quer ajudar, então não atrapalhe. Vá para outro rebanho, ou seja seu próprio pastor e verá como a "vida pastoral é fácil".

“Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja; da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor, para dar pleno cumprimento à palavra de Deus:” (Cl 1:24-25 RA)

 

 

3 de mar. de 2026

Hebreus 12. Tema: Não seja desgraçado!

  • “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados; nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura.” (Hb 12:14-16 RA)

          A graça divina é o grande diferencial da fé bíblica em relação a todas as demais expressões de fé, pois nos apresenta o FAVOR DE DEUS, para com quem não merece, inclusive, eu e você. Contudo, isso não significa que podemos agir e reagir como quisermos, como se Deus tivesse que renovar Seu favor para conosco, isso é um engano.

          Embora o Senhor seja misericordioso e gracioso, também é justo juiz e não nos isentará de responsabilidades, principalmente quando desobedecemos e/ou negligenciamos conscientemente as oportunidades de mudar e crescer, transformando a liberdade em libertinagem, a graça em negligencia, novas oportunidades em oportunismos, descanso em preguiça.

  • “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.” (Gl 5:13 RA)
  • “Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” (Jd 1:4 RA)
  • “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tg 1:25 RA)

          Precisamos estar conscientes que optar por desobedecer, ou ignorar oportunidades, nos afasta da graça de Deus, pois a mesma é liberada com o propósito de nos dar novas formas de viver, logo, deve ser aproveitada para este fim e não para justificar pecados, erros, falhas, negligências, preguiças, indolência, prevaricação.

          Não pense que as portas sempre estarão abertas, que as mãos estarão sempre estendidas, as oportunidades sempre existirão, pois tudo tem seu tempo e todo tempo tem começo, meio e fim. Se a porta que Deus abre ninguém fecha, a porta que Ele fecha, ninguém abre. Olhe para sua história e verá que algumas oportunidades foram perdidas e hoje só resta o lamentar, por isso, “..., na qualidade de cooperadores com ele, também vos exortamos a que não recebais em vão a graça de Deus” (2Co 6:1 RA)


2 de mar. de 2026

Hebreus 11. Tema: O visível tem origem no invisível.

  •  “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.” (Hb 11:1-3 RA)

           O mundo espiritual é a origem das realidades naturais. É no invisível que são planejadas e geradas as manifestações visíveis, tanto benignas, quanto malignas, logo, precisamos estar atentos para discernirmos as origens e intensões do que aconteceu, está acontecendo e até acontecerá, mas, só pessoas maduras atentam para essas realidades.

  • “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.” (Hb 5:14 RA)

          Nosso Senhor, providenciou ferramentas que ao serem bem utilizadas, nos ajudarão a perceber os movimentos ocorridos no mundo sobrenatural, para que saibamos como agir e reagir adequadamente, dentre elas, as principais são, a Palavra de Deus e o dom de discernimento de espíritos. Utilizando estes recursos adequadamente, poderemos ver, ouvir, perceber e sentir o que pessoas imaturas não atentam e assim procedermos conforme cada situação requer.

  • “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.” (1Co 2:14-15 RA)
  • “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.” (Hb 4:12 RA)
  • “Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.” (1Co 12:8-10 RA)

          O Espírito Santo ensinou ao apóstolo Paulo que nossas lutas são em primeiro lugar sobrenaturais e para elas devemos estar preparados, para não sermos atingidos e vencidos, pelo inimigo.

  • “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” (Ef 6:11-13 RA)

Entendermos estas realidades nos ajudará a ir além do natural e assim adotaremos as posturas adequadas tanto para nos protegermos, quanto atacarmos o mal em sua origem, por isso, peçamos ao Senhor que nos ajude a amadurecer  e nos conceda a graça de nos aprofundarmos na Palavra e recebermos o dom necessário, afinal desejamos prevalecer e ajudar outras pessoas adotarem as posturas adequadas que lhes levarão a triunfar sobre o mal.

1 de mar. de 2026

Hebreus 10. Tema: Não zombe de Deus!!

  •  “Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários. Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés. De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo.” (Hb 10:26-31 RA)

           Zombar de Deus é algo muito forte e cogitar essa possibilidade faz com que aqueles que o temem sequer imaginem tal possibilidade, no entanto, precisamos entender que se voltarmos a viver no pecado depois dele termos sido libertos, estaremos fazendo exatamente isso, zombando Dele.

           Como sabemos, para nos salvar, o Senhor Jesus pagou um alto preço, pois se esvaziou, se humilhou, se submeteu a viver limitado ao tempo e ao espaço, enfrentou todas as adversidades e tentações como ser humano, foi humilhado, ultrajado, zombado, escarnecido, espancado, mas não desistiu do propósito, mesmo tendo sofrido para cumpri-lo.

  • “pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Fp 2:6-8 RA)

          Todo o preço que foi pago teve como objetivos nos libertar, perdoar, salvar, santificar e glorificar, e para tanto, nosso Senhor foi nos buscar no tremedal de lama que nos encontrávamos, pois sempre moveu-se por amor ao Pai e a nós que agora somos filhos.

          Contudo, algumas pessoas depois de serem redimidas, começam aos poucos voltando às velhas práticas e chegam a abandonarem o Salvador e a salvação. Tais indivíduos estão zombando de Deus e escarnecendo da obra feita por Jesus e aplicada às suas vidas. Essa postura irrita e provoca a santidade do Senhor, escarnece da obra de Cristo e atrai o juízo.

  • “Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres e por distribuições do Espírito Santo, segundo a sua vontade.” (Hb 2:2-4 RA)

          Vigiemos e valorizemos o que o Senhor Jesus fez e aplicou às nossas vidas! Honremos nosso Senhor e Salvador, assim como a salvação que nos alcançou, pois se voltarmos para onde saímos “certa expectativa horrível nos espera”, pois se anjos foram punidos, imagine o que acontecerá conosco. Vigie!!

  • “Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal.” (2Pe 2:20-22 RA)

 

 

 

 

27 de fev. de 2026

Hebreus 9. Tema: O único e último.

  •  “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Hb 9:27-28 RA)

          A morte de Jesus na cruz do calvário tem características bem peculiares. Ela foi única, no sentido de ser inigualável e última no que se refere ao término de uma jornada de anúncio até a consumação.

          Desde a morte do primeiro animal para cobrir a nudez de Adão e Eva, sacrifícios foram realizados para anunciar o que aconteceria no Calvário. Abraão vivenciou uma experiência substitutiva impactante, pois pela fé, viu um animal ser morto para que Isaque vivesse. Nos dias de Moisés, quando a primeira Páscoa aconteceu, cordeiros morreram para proteger os primogênitos dos judeus e o conceito da morte substitutiva foi sendo consolidado na fé dos judeus que aos poucos foram sendo preparados para o que aconteceria com a morte substitutiva do Cordeiro de Deus, pois o que acontecia era sombra do que estava por vir. Por isso, podemos dizer que o sacrifício de Jesus foi o último.

  • “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados. Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado.” (Hb 10:1-6 RA)

          Mas, Também, podemos dizer que o sacrifício de Jesus foi único, pois nunca houve outro igual, já que no Calvário, morreu no madeiro, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Aquele que era perfeito, sem mácula, sem defeito, se posicionou como uma ovelha muda perante seus tosquiadores, para proporcionar salvação aos demais seres humanos.

  • “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.” (Is 53:4-9 RA)

          Estas realidades deixam claro que o sacrifício de Jesus foi o último e também o único, pois foi suficiente para satisfazer a justiça de Deus e proporcionar a salvação eterna para os homens.

Hebreus 8. Tema: A sublimidade do sacerdócio de Cristo.

          Para entendermos melhor Hebreus 8:1,2, necessitamos voltar alguns versículos e entender o contexto. O Escritor bíblico, fala no capítulo 7 da necessidade de um sumo sacerdote santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto que os céus, que ofereça um sacrifício único pelos pecados do povo e em Hebreus 8:1,2, ele afirma que já temos este sumo-sacerdote, que é Jesus.

  • “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que foi posterior à lei, constitui o Filho, perfeito para sempre.” (Hb 7:26-28 RA)
  • “Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus, como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem.” (Hb 8:1-2 RA)

         Diante destas verdades inspiradas pelo Espírito Santo, podemos ser tomados de contentamento, segurança e paz, pois o Senhor Jesus também atendeu as prerrogativas do Sumo Sacerdote por excelência, assim temos livre acesso ao Pai e a certeza do perdão dos nossos pecados e a quitação da nossa dívida espiritual estarmos em Cristo, pois Ele é o Senhor, o Salvador, O Sumo Sacerdote, o Cordeiro do sacrifício, Homem Perfeito o Deus Eterno, enfim, Nele tudo subsiste e se concretiza.

         Mantenhamos nossa fé nas verdades bíblicas, pois firmados em Jesus temos certeza de vida eterna, paz com Deus e paz interior, pois sabemos que esteve, está e estará conosco, pois “Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.” (Cl 1:17 RA) “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Rm 10:4 RA)

 

25 de fev. de 2026

Hebreus 7. Tema: Dízimo é para quem acredita.

  •  “Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou, para o qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente. Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos.” (Hb 7:1-4 RA)

           Os amantes do dinheiro (avarentos), tem grande dificuldade para lidar com a entrega voluntária dos dízimos e ofertas, por parte daqueles que tem prazer em investir no Reino de Deus. O interessante é que estes mesmos indivíduos não fazem questão de pagar juros altíssimos para terem o carro que não podem, as roupas que não têm condições para alimentar uma vida de fachada, muitas vezes deixando de comer para viver de aparência. Outro fator interessante é que boa parte destes críticos pagam juros para enriquecer os banqueiros e agiotas, não se incomodam com a depreciação de um automóvel, ou não reclamam de gastar rios de dinheiro com bebidas, drogas, prostituição, política, festas e jogos de azar.

           Quando paramos para observar, os críticos dos dízimos e ofertas, via de regra, são os que não contribuem com o Reino de Deus, mas por vezes, incoerentemente usufruem do que é adquirido, ou mantido através dos dízimos e ofertas dos outros. Tais indivíduos deveriam pelo menos ser coerentes, pois se são contra, não deveriam desfrutar dos benefícios proporcionados por estas contribuições.

           O registro bíblico nos mostra que a entrega de dízimos e ofertas remonta ao período anterior aos 10 mandamentos, como aconteceu através de Abel, Caim, Noé, Abraão e muitos outros.

           Na verdade, cada um só investe no que acredita. Abraão deu a Melquisedeque o dízimo do melhor que tinha, Abel ofereceu o melhor do seu rebanho ao Senhor,  Davi fez questão de ofertar ao Senhor algo que lhe custasse um preço, pois que acredita investe.

           Não se abale, nem se irrite, nem bata-boca, com quem ataca sua fé e suas contribuições, pois cada um só dá o que tem e só investe naquilo que acredita, afinal, dízimos e ofertas são expressões de fé.

  • “Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta;” (Gn 4:3-4 RA)
  • “Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos.” (Hb 7:4 RA)
  • “Disse Davi a Ornã: Dá-me este lugar da eira a fim de edificar nele um altar ao SENHOR, para que cesse a praga de sobre o povo; dá-mo pelo seu devido valor. Então, disse Ornã a Davi: Tome-a o rei, meu senhor, para si e faça dela o que bem lhe parecer; eis que dou os bois para o holocausto, e os trilhos, para a lenha, e o trigo, para oferta de manjares; dou tudo. Tornou o rei Davi a Ornã: Não; antes, pelo seu inteiro valor a quero comprar; porque não tomarei o que é teu para o SENHOR, nem oferecerei holocausto que não me custe nada.” (1Cr 21:22-24 RA)
  • “Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. Vindo, porém, uma viúva pobre, depositou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento.” (Mc 12:41-44 RA)
  • “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.” (2Co 9:7 RA)
  • “Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala.” (Hb 11:4 RA)

24 de fev. de 2026

Hebreus 6. Tema: Pare de andar em círculos.

  •  “Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno. Isso faremos, se Deus permitir.” (Hb 6:1-3 RA)

           Deus nos salvou e santificou para que avancemos em nossa jornada de fé e atinjamos o propósito por Ele planejado, tanto como indivíduos, quanto como família e igreja, contudo, algumas pessoas, conscientemente, ou inconscientemente, tomam decisões que as fazem caminhar em círculo e por isso não chegam aonde Deus havia planejado, a terra prometida.

           Segundo estudiosos, aproximadamente 1000.000 de pessoas foram tiradas por Deus do Egito, através da liderança de Moisés, das quais só duas  entraram na terra prometida, já as demais, morreram no deserto, após décadas de oportunidades que foram ignoradas pelos erros cometidos em seus corações, gerando escolhas erradas que lhes  impediram de entrar na terra prometida.

           O Apóstolo Paulo, a semelhança de Jesus, nos inspira a caminhar para frente, deixando para trás tudo que pode impedi-lo de atingir o propósito divino, elaborado para Ele.

  • “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3:13-14 RA)

          Você tem andado em círculos, ou tem avançado em direção ao propósito de Deus? Não seja de dura cerviz e nem incrédulo, para que não viva e morra tendo as mesmas experiências, vendo as mesmas paisagem e chegando aos mesmos destinos.

 

           

 

 

Hebreus 5. Tema: Não perca o que poderia receber.

  • “A esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir. Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido. Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal.” (Hb 5:11-14 RA)

          A vida cristã deve ser crescente em sua profundidade e dinâmica, proporcionando-nos acesso a conhecimentos e  experiências cada vez mais consistentes e capazes de proporcionar estruturas mais concretas, para enfrentarmos os desafios com maturidade e produtividade, contudo, se formos difíceis no trato e lentos no aprendizado, ficaremos aquém do que poderíamos ser, saber, ter e fazer.

        Quem tem dificuldade para dar ouvidos, não apenas deixa de avançar, como também tem que reviver, ou reouvir, e rever, realidades nada agradáveis e estas experiências geram desânimo, frustrações e até revoltas, mas esquecem estas pessoas que bastava mudarem de postura e se deixarem tratar para que tudo mudasse, contudo, alguns para piorar, buscam e assimilam conselhos dos ímpios, se detém no caminho dos pecadores, sentam em rodas de escarnecedores. 

          Alguns cristãos hebreus eram “tardios no ouvir”, isto é, tinham dificuldades para assimilar e praticar as orientações trazidas pelo Espírito Santo por meio dos seus enviados, por isso, estavam abaixo do nível possível e produziam aquém do que poderiam, consequentemente, estavam “encruados” (estagnados e parados), fato este que bloqueava maiores e melhores investimentos em suas vidas espirituais.

          Infelizmente, muitos são os cristãos que retrocederam, pararam, ou pouco avançam, pelo fato de terem dificuldade para dar ouvidos a ensinamentos, exortações, conselhos e até aceitarem disciplina. Estes indivíduos poderiam ser mestres, líderes, colunas nas igrejas, mas, por serem de dura cerviz, vivem e até morrem distantes do propósito divino.

          Peça a Deus para ser quebrantado e tratável, pois Deus tem muito para realizar em você através de você, mas isso só será capaz se houver atitudes corretas, pois ninguém quer investir em algo ou alguém que não dá retorno. Busque ser terra boa, ovelha obediente, aluno aplicado, pois “quem tem receberá ainda mais, mas o que não tem, até o que tem perderá”.

  • “Disse mais o SENHOR a Moisés: Tenho visto este povo, e eis que é povo de dura cerviz. Agora, pois, deixa-me, para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma; e de ti farei uma grande nação.” (Êx 32:9-10 RA)
  • “Sobe para uma terra que mana leite e mel; eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho.” (Êx 33:3 RA)
  • “O SENHOR advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, segundo toda a Lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos meus servos, os profetas. Porém não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados, de dura cerviz como seus pais, que não creram no SENHOR, seu Deus. Rejeitaram os estatutos e a aliança que fizera com seus pais, como também as suas advertências com que protestara contra eles; seguiram os ídolos, e se tornaram vãos, e seguiram as nações que estavam em derredor deles, das quais o SENHOR lhes havia ordenado que não as imitassem.” (2Rs 17:13-15 RA)
  •  “Pelo que o SENHOR rejeitou a toda a descendência de Israel, e os afligiu, e os entregou nas mãos dos despojadores, até que os expulsou da sua presença. Pois, quando ele rasgou a Israel da casa de Davi, e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, Jeroboão apartou a Israel de seguir o SENHOR e o fez cometer grande pecado. Assim, andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha cometido; nunca se apartaram deles, até que o SENHOR afastou a Israel da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim, foi Israel transportado da sua terra para a Assíria, onde permanece até ao dia de hoje.” (2Rs 17:20-23 RA)
  • “De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías: Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados. Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque vêem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.” (Mt 13:14-16 RA)
 

22 de fev. de 2026

Hebreus 4. Tema: Sem fé não ouvimos como devíamos.

  • “Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles; mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram.” (Hb 4:2 RA)

          A relevância da Palavra de Deus para nossa salvação, santificação e frutificação é inquestionável, “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.” (Hb 4:12 RA), Mas, porque algumas pessoas embora ouçam as verdades de Deus não são por ela transformadas?

          O Espírito Santo nos explica que se não ouvirmos a Palavra embasados e movidos pela fé em Deus, ela não produzirá os resultados que poderia. Foi exatamente por isso que as pessoas que saíram do Egito morreram no deserto.

  • “...mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé naqueles que a ouviram.” (Hb 4:2 RA)

          Precisamos entender que necessitamos da fé tanto para receber a Palavra, quanto para liberar seu potencial produtivo, caso contrário, será como uma semente hibernando, sem que chegue a eclodir para tornar-se um vegetal produtivo.

          Sempre que for ler, ou ouvir a Palavra de Deus, peça ao Espírito Santo para lhe conceder a fé necessária para crer e viver o que está sendo passado, pois só assim, você honrará o que lhe foi confiado e sua vida será transformada.

Hebreus 3. Tema: Começo glorioso, fim tenebroso.

  •  “Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como foi na provocação. Ora, quais os que, tendo ouvido, se rebelaram? Não foram, de fato, todos os que saíram do Egito por intermédio de Moisés? E contra quem se indignou por quarenta anos? Não foi contra os que pecaram, cujos cadáveres caíram no deserto? E contra quem jurou que não entrariam no seu descanso, senão contra os que foram desobedientes? Vemos, pois, que não puderam entrar por causa da incredulidade.” (Hb 3:15-19 RA)

           Após a gloriosa e portentosa saída do Egito, lemos o relato do fracasso espiritual de uma geração  que embora visse milagres diuturnamente (nuvem protetora, coluna de fogo, maná diário, água brotando da rocha, leis divinas, etc.) provocou a ira de Deus, andou em círculos no deserto e morreu sem tomar posse da terra prometida, com a exceção de Josué e Calebe.

           Mas, o que provocaria tamanho fracasso? O que geraria um fim tão tenebroso, para quem teve o início glorioso? Hebreus 3 nos traz claras respostas, pois o Espírito Santo deixa claro que ainda que Deus faça milagres e prodígios, levante líderes tementes e conectados com Ele, expresse claramente Sua voz, de nada adiantará se as pessoas tiverem um coração endurecido, permeado de   incredulidade, produtor de desobediência e rebelião, pois, quem é assim, será privado do propósito maior.

           Ao lermos os relatos de como era e o que aconteceu com a “igreja do pastor Moisés”, devemos ficar temerosos, pois podemos incorrer nos mesmos erros e termos os mesmos destinos. Desta feita, nos exortemos mutuamente, oremos uns pelos outros, mas principalmente nos quebrantemos, creiamos e obedeçamos ao Senhor, para que possamos ter um término de jornada diferente daqueles que durante a história bíblica começaram bem e terminaram mal. Exemplos não nos faltam! Vigiemos e oremos para não cairmos em tentação. Lembre-se: Começar bem é importante, continuar bem é gratificante, terminar bem é determinante.

“Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo. Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil. Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado. Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia. Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar. Portanto, meus amados, fugi da idolatria.” (1Co 10:1-14 RA)

 

 

 

 

 

21 de fev. de 2026

Hebreus 2. Tema: Se agarre e não solte.

  •  “Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos. Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres e por distribuições do Espírito Santo, segundo a sua vontade.” (Hb 2:1-4 RA)

           Se pudéssemos escrever os primeiros versículos do capítulo 2 da carta aos Hebreus de uma maneira mais nordestina, com certeza diríamos que devemos nos agarrar as verdades reveladas, sem tomarmos atalhos e nem entramos em becos e vielas,  para que não nos deviemos da vontade de Deus. Esta exortação deve estar profundamente gravada em nosso consciente, mas também no subconsciente.

           À medida que vemos a iniquidade se multiplicando, os pecados sendo adotados como padrão de vida normal e justificável e um consequente esfriamento na fé que caminha a passos largos para a apostasia, precisamos nos precaver para que não sejamos mais uns daqueles que começaram bem e estão e/ou terminarão mal.

           A obra de redenção realizada em nossas vidas por nosso Senhor Jesus Cristo, com certeza é a maior e mais importante que poderia contemplar um ser humano, por isso, devemos vigiar e orar para não irmos nos afastando paulatinamente das verdades recebidas e voltarmos à lama de onde viemos, pois se isso acontecer estaremos de volta ao caminho do inferno, de onde outrora fomos resgatados.

  • “Pelo que a ira do SENHOR se acendeu contra Israel e os deu na mão dos espoliadores, que os pilharam; e os entregou na mão dos seus inimigos ao redor; e não mais puderam resistir a eles. Por onde quer que saíam, a mão do SENHOR era contra eles para seu mal, como o SENHOR lhes dissera e jurara; e estavam em grande aperto. Suscitou o SENHOR juízes, que os livraram da mão dos que os pilharam. Contudo, não obedeceram aos seus juízes; antes, se prostituíram após outros deuses e os adoraram. Depressa se desviaram do caminho por onde andaram seus pais na obediência dos mandamentos do SENHOR; e não fizeram como eles. Quando o SENHOR lhes suscitava juízes, o SENHOR era com o juiz e os livrava da mão dos seus inimigos, todos os dias daquele juiz; porquanto o SENHOR se compadecia deles ante os seus gemidos, por causa dos que os apertavam e oprimiam. Sucedia, porém, que, falecendo o juiz, reincidiam e se tornavam piores do que seus pais, seguindo após outros deuses, servindo-os e adorando-os eles; nada deixavam das suas obras, nem da obstinação dos seus caminhos. Pelo que a ira do SENHOR se acendeu contra Israel; e disse: Porquanto este povo transgrediu a minha aliança que eu ordenara a seus pais e não deu ouvidos à minha voz, também eu não expulsarei mais de diante dele nenhuma das nações que Josué deixou quando morreu;” (Jz 2:14-21 RA)

20 de fev. de 2026

Hebreus 1. Tema: Servidos pelos anjos.

  •  “E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” (Hb 1:6 RA)
  • “Ainda, quanto aos anjos, diz: Aquele que a seus anjos faz ventos, e a seus ministros, labareda de fogo;” (Hb 1:7 RA)
  •  “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” (Hb 1:14 RA)
  • “Mas tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a incontáveis hostes de anjos, e à universal assembléia” (Hb 12:22 RA)

          A angeologia é o ramo da teologia que dedica-se a estudar os anjos e compreender suas missões dentro do plano de Deus.

          Anjos são seres espirituais criados por Deus para desempenharem tarefas nos céus e na terra. São inumeráveis em sua quantidade, alguns são denominados simplesmente como anjos, outros são tratados como querubins, serafins, mensageiros, guerreiros e arcanjos. Vale ressaltar que 1/3 deles (de diversas categorias) se rebelaram contra Deus e tornaram-se demônios, passando a servir a satanás, antigo lúcifer (querubim ungido que se rebelou contra Deus, Ezequiel 18, Isaias 14).

          O Espírito Santo, através da carta aos Hebreus, nos revela alguns detalhes sobre os anjos e seus serviços. Eles são adoradores de Deus, movem-se  como o vento, são espíritos ministradores (servidores) enviados por Deus para servirem os que herdarão a salvação. Em hipótese nenhuma devem ser adorados, pois só o Senhor é digno de adoração.

          Todas as vezes que os anjos se manifestaram na Bíblia estavam a serviço do Senhor em prol do Reino, por isso, devem ser reconhecidos como servos e nunca, nunca deve ser invocados, louvados, cultuados, pois está escrito: “ Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto.” (Lc 4:8 RA)

          Sabermos destas realidades espirituais deve gerar gratidão e segurança, pois sabemos que o Senhor não apenas nos salvou, mas também providenciou anjos para nos servirem, para que em nossa peregrinação não estejamos sós, pois além de Sua presença, enviou anjos para nos servirem.

19 de fev. de 2026

Filemon. Tema: Reconhecendo a soberania de Deus.

  •  “Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador,” (Fm 1:1 RA)

           Falar, cantar, representar, escrever, que Deus é soberano é muito fácil, difícil é viver sob esta convicção todo dia e o dia todo.

           Ter um discurso teologicamente correto é necessário para sermos bem vistos e bem quistos, porém se ele não se sustenta no dia-a-dia, nos tornamos incoerentes e até hipócritas.

           Como sabemos, a vida é composta de venturas e desventuras, alegrias e tristezas, conquistas e perdas, vitórias e derrotas, e estas realidades precisam ser percebidas a partir da soberania divina, para que não nos revoltemos e nem nos envaideçamos.

           Alguns de nós vemos o sucesso, as conquistas, as vitórias, não como fruto da graça e misericórdia de Deus, por isso nos envaidecemos e nos gloriamos em nós mesmos. Outros, veem os fracassos, perdas, derrotas, como uma ausência do favor e da misericórdia divina, mas as duas formas de ver estão equivocadas, principalmente quando estão presentes em um cristão que afirma “DEUS É SOBERANO”, mas não reage a partir desta suposta crença.

           Paulo, escrevendo a Filemon declara que se via como prisioneiro de Cristo e não de César, isto é, Ele reconhecia que Deus estava por traz daquela deteção e isso ocorria devido a propósitos específicos que seriam atingidos, dentre os quais estavam as conversões de Onésimo, dos soldados romanos e a escrita de várias cartas.

           Peçamos a Deus para nos levar a viver sob uma profunda consciência da Sua soberania, pois isso nos fará ver as situações de maneiras diferenciadas e com contentamento. Precisamos não apenas declarar que Deus é soberano, mas principalmente crer nesta realidade quando os ventos contrários soprarem, afinal Ele é o Senhor do vento, mas também é o capitão da nossa nau, por isso chegaremos à bons portos.

  • “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios,” (Ef 3:1 RA)
  • “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,” (Ef 4:1 RA)
  • “Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.” (Fp 4:12-13 RA)
  • “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.” (2Co 4:8-11 RA)

17 de fev. de 2026

Tito 3. Tema: Sujeitem-se às autoridades.

  • “Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,” Tito 3:1 ARA

A obediência é um dos princípios basilares do cristianismo, pois nossas obras revelam as crenças(conjunto)e relacionamento com Deus.

Paulo, por ser um homem obediente, tinha autoridade para ensinar este tema e recomendá-lo tanto a Tito, quanto aos demais irmãos em Creta.

Como homens e mulheres de Deus, também devemos aprender a obediência às autoridades, para que tenhamos nossas consciências limpas e possamos com autoridade, repassar estes ensinamento para os cristãos mais novos.


  • “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.” (Romanos 13:1-7 ARA)