- “Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras.” (Sl 17:6 RA)
Orar não é lançar palavras ao vento,
mas, Aquele que criou e governa o vento. Davi apresenta-se ao Senhor e solicita
que o Juiz de toda a terra julgue sua causa, pois tem sido prejudicado por
pessoas que procederam de maneira impiedosas e lhe prejudicaram, armando
ciladas e laços.
O
clamor do homem de Deus tinha por base a Justiça divina e a maneira correta que
adotava como estilo de vida e a partir destes fundamentos tinha a certeza de
que receberia um julgamento justo.
- “Ouve, SENHOR, a causa justa, atende ao meu clamor, dá ouvidos à minha oração, que procede de lábios não fraudulentos. Baixe de tua presença o julgamento a meu respeito; os teus olhos vêem com eqüidade. Sondas-me o coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e iniqüidade nenhuma encontras em mim; a minha boca não transgride. Quanto às ações dos homens, pela palavra dos teus lábios, eu me tenho guardado dos caminhos do violento. Os meus passos se afizeram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram. Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras. Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador dos que à tua destra buscam refúgio dos que se levantam contra eles.” (Sl 17:1-7 RA)
Você tem causas a serem julgadas
por Deus? Então, continue orando e
esperando. Fique tranquilo e siga a vida com temor e tremor, pois mais dia,
menos dia, Ele se pronunciará e todos verão a justiça sendo feita. No entanto,
se você tem provas contra si, não pense que seus argumentos vão lhe safar, pois
Ele não absolve o culpado e nem ignora o direito do justo.
- “O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em poder e jamais inocenta o culpado; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés.” (Na 1:3 RA)
- “Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do SENHOR, e as suas próprias obras fazem às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece? Que perversidade a vossa! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Ele não me fez; e a coisa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe.” (Is 29:15-16 RA)