- “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1Jo 1:8-9 RA)
A confissão
de pecados é uma prática que aos poucos tem desaparecido das orações individuais
e dos cultos coletivos. Esta ausência é reveladora e comprometedora. Reveladora,
pois deixa clara nossa insensibilidade espiritual quanto a nós mesmos e ao que
fazemos. Comprometedora, por travar e bloquear nosso crescimento espiritual.
- “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Pv 28:13 RA)
Confessar
pecados é assumir nossa maldade, por fazermos o que é mal e não fazermos o que é bom, pois pecamos por ação, omissão, comissão e
intenção, devido a nossa natureza pecaminosa.
Quando estamos
em profunda comunhão com Deus, rapidamente percebemos quando pecamos, pois, de imediato, o Espírito Santo e nossa consciência falam e prontamente atendemos, porém,
quando estamos com o coração ensebado e endurecido, não atentamos para quão mal
somos e tão perversamente agimos, enredando-nos ainda mais.
Por
pararem de confessar seus pecados, algumas pessoas comem do pão e bebem do
cálice do Senhor indignamente e por isso enfraquecem, adoecem e até adormecem
espiritualmente, ficando apartadas e/ou alienadas da comunhão com Deus e do
prazer da salvação.
- “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Sl 32:3-5 RA)
- “Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.” (1Co 11:27-32 RA)
Resgate a prática da confissão de pecados. Assuma suas desobediências. Publique perante Deus sua maldade. Pecados tem nome e devem ser assumidos por quem os pratica. Seus pecados não são culpa dos outros, das circunstâncias e nem do diabo. Pare de usar pessoas e circunstâncias para se auto justificar, pois sem confissão não há progressão.
- " Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1Jo 1:8-10 RA)