21 de jan. de 2026

Filipenses 1. Tema: Uma fé empolgante e contagiante.

  •  “Dou graças ao meu Deus por tudo que recordo de vós, fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós, em todas as minhas orações, pela vossa cooperação no evangelho, desde o primeiro dia até agora. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus. Aliás, é justo que eu assim pense de todos vós, porque vos trago no coração, seja nas minhas algemas, seja na defesa e confirmação do evangelho, pois todos sois participantes da graça comigo. Pois minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus.” (Fp 1:3-8 RA)

           Sabemos que de uma hora para outra nossa vida aqui na terra pode terminar e quando isso acontecer seremos apenas memórias para algumas pessoas. Se isso acontecesse hoje, como você seria lembrado? Quais as características, virtudes e defeitos que estariam na mente das pessoas? Qual o testemunho de fé que deixaria? Precisamos estar conscientes que seremos lembrados a partir de quem somos e do que fazemos de bom ou de mal e isso é chamado de legado.

           A maneira de lidar com a fé dos cristãos filipenses era tão marcante e contagiante, que ao lembrar-se deles, Paulo tinha uma saudade alegre e isso o conduzia a orar com gratidão por toda aquela comunidade, pois viviam com Jesus e como Jesus, sendo cooperadores do Evangelho mesmo estando em um contexto de incompreensão e perseguição.

A consistência na fé dos filipenses era tão contagiante, que o Apóstolo afirma ter certeza que o Senhor completaria o que havia iniciado e eles concluiriam a jornada de fé de maneira exitosa se continuassem como eram, após terem recebido a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas.

Como você seria lembrado se hoje sua jornada terminasse? Caso você precisasse mudar de cidade por questões de trabalho, saúde, ou estudos, quais seriam as histórias de fé que as pessoas contariam a seu respeito? Quais as marcas que você deixaria nas pessoas e para as pessoas?

Se os filipenses, por levarem o Evangelho a sério, conseguiram deixar doces lembranças na mente do apóstolo Paulo, nós também podemos ser lembrados por nossos contemporâneos como homens e mulheres de Deus que viveram o Evangelho como boas novas para os que nos rodeiam.

Oremos ao Senhor para que nos ajude a sermos boas testemunhas do Evangelho e nosso contexto, para que, mesmo depois de mortos nosso testemunho de fé viva e contagie novas gerações.

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