- “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Hb 9:27-28 RA)
Desde a morte do primeiro animal
para cobrir a nudez de Adão e Eva, sacrifícios foram realizados para anunciar o
que aconteceria no Calvário. Abraão vivenciou uma experiência substitutiva impactante,
pois pela fé, viu um animal ser morto para que Isaque vivesse. Nos dias de Moisés,
quando a primeira Páscoa aconteceu, cordeiros morreram para proteger os
primogênitos dos judeus e o conceito da morte substitutiva foi sendo consolidado
na fé dos judeus que aos poucos foram sendo preparados para om que aconteceria
com a morte substitutiva do Cordeiro de Deus, pois o que acontecia era sombra
do que estava por vir. Por isso, podemos dizer que o sacrifício de Jesus foi o
último.
- “Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem. Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados? Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados. Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado.” (Hb 10:1-6 RA)
Mas, Também, podemos dizer que o
sacrifício de Jesus foi único, pois nunca houve outro igual, já que no
Calvário, morreu no madeiro, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Aquele
que era perfeito, sem mácula, sem defeito, se posicionou como uma ovelha muda
perante seus tosquiadores, para proporcionar salvação aos demais seres humanos.
- “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca.” (Is 53:4-9 RA)
Estas realidades deixam claro que o
sacrifício de Jesus foi o último e também o único, pois foi suficiente para
satisfazer a justiça de Deus e proporcionar a salvação eterna para os homens.
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