- “Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador,” (Fm 1:1 RA)
Falar, cantar, representar,
escrever, que Deus é soberano é muito fácil, difícil é viver sob esta convicção
todo dia e o dia todo.
Ter um discurso teologicamente
correto é necessário para sermos bem vistos e bem quistos, porém se ele não se
sustenta no dia-a-dia, nos tornamos incoerentes e até hipócritas.
Como sabemos, a vida é composta de
venturas e desventuras, alegrias e tristezas, conquistas e perdas, vitórias e
derrotas, e estas realidades precisam ser percebidas a partir da soberania divina,
para que não nos revoltemos e nem nos envaideçamos.
Alguns de nós vemos o sucesso, as
conquistas, as vitórias, não como fruto da graça e misericórdia de Deus, por
isso nos envaidecemos e nos gloriamos em nós mesmos. Outros, veem os fracassos,
perdas, derrotas, como uma ausência do favor e da misericórdia divina, mas as
duas formas de ver estão equivocadas, principalmente quando estão presentes em
um cristão que afirma “DEUS É SOBERANO”, mas não reage a partir desta suposta crença.
Paulo, escrevendo a Filemon declara
que se via como prisioneiro de Cristo e não de César, isto é, Ele reconhecia que
Deus estava por traz daquela deteção e isso ocorria devido a propósitos específicos
que seriam atingidos, dentre os quais estavam as conversões de Onésimo, dos
soldados romanos e a escrita de várias cartas.
Peçamos a Deus para nos levar a viver
sob uma profunda consciência da Sua soberania, pois isso nos fará ver as
situações de maneiras diferenciadas e com contentamento. Precisamos não apenas declarar
que Deus é soberano, mas principalmente crer nesta realidade quando os ventos
contrários soprarem, afinal Ele é o Senhor do vento, mas também é o capitão da
nossa nau, por isso chegaremos à bons portos.
- “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios,” (Ef 3:1 RA)
- “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,” (Ef 4:1 RA)
- “Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.” (Fp 4:12-13 RA)
- “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.” (2Co 4:8-11 RA)
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