“Nós também temos confiança em vós no Senhor, de que não só estais praticando as coisas que vos ordenamos, como também continuareis a fazê-las. Ora, o Senhor conduza o vosso coração ao amor de Deus e à constância de Cristo.” (2Ts 3:4-5 RA)
Começar bem é importante, continuar
bem é gratificante, terminar bem é determinante. Continuamente temos repetido
essas frases para “inculcar” na Igreja a relevância e necessidade de
iniciarmos, nos mantermos e terminarmos nossa peregrinação aos pés do Senhor,
pois não são poucos os que se perderam na caminhada, por pararem ou se
desviarem do Caminho.
A Bíblia é repleta de exortações
quanto ao cuidado que devemos ter para não pararmos e nem nos desviarmos do
propósito de servir ao Senhor como um privilégio e não como uma obrigação, para
que a jornada seja prazerosa e exitosa, para tanto é imprescindível que
busquemos a CONSTÂNCIA DE CRISTO.
Ser constante é um desafio, pois
muitas são as propostas, as experiências negativas, as oscilações emocionais e
temperamentais, as mudanças de contexto e se não tivermos uma firmeza e
constância de fé não prevaleceremos nessa jornada em direção a cidade celestial.
Vale ressaltar que a constância a
ser buscada é a de Cristo, pois nos mantém conectados ao Pai, digo isso porque
existem pessoas que são constantes na desobediência, na teimosia, no dureza de
coração, na altivez de espírito, no orgulho, na vaidade dos pensamentos, nos
engano do sucesso, na obstinação e por isso terminarão mal se não se
arrependerem a tempo.
Em quais áreas podemos destacar a constância de Cristo?
- No amor para com os discípulos: “Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” (Jo 13:1 RA)
- Em fazer a vontade do Pai: “Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.” (Jo 4:34 RA) “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou.” (Jo 6:38 RA)
- Em cumprir o propósito do Pai: “Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua.” (Lc 22:41-42 RA)
O Senhor Jesus é nosso referencial de fé,
pois Sua conduta foi exemplar em tudo, até mesmo quando teve que optar em
obedecer ao Pai em meio das muitas dores. Por isso, devemos nos inspirar Nele e
buscarmos Sua constância, pois assim viveremos e morreremos na presença de
Deus, sabendo que estamos guardados e respaldados.
- “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma.” (Lc 21:19 RA)
- “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” (1Co 15:58 RA)
- “Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando, a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais,” (2Ts 1:3-4 RA)
- “Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.” (1Tm 6:11 RA)
- “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos, sadios na fé, no amor e na constância.” (Tt 2:1-2 RA)
- “Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal.” (Pv 28:14 RA)
- “Se,
porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá
liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com
fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e
agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma
coisa; homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos.” (Tg 1:5-8
RA)
- “Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos, a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes; para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos; e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus.” (Sl 78:5-8 RA)
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