- “Por esta razão, pois, te admoesto que reavives o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos. Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus,” (2Tm 1:6-8 RA)
Em sua segunda carta a Timóteo,
Paulo procura dar "um sacode" no jovem pastor, para que reaja corretamente
diante do que vem acontecendo. O texto deixa claro que as prisões, as perseguições,
os sofrimentos e perdas sofridos pelo apóstolo estavam abalando o emocional do
seu “filho na fé”. Por isso, Paulo usa palavras permeadas de exortações, para
que houvesse uma tomada de posição mais enérgica, caso contrário, o mesmo
sucumbiria na fé e no ministério.
Precisamos entender que tanto
precisamos exortar, quanto sermos exortados, em momentos de adversidade, caso
contrário imergiremos em emoções e sentimentos que causarão enormes danos.
Paulo, ao invés de dar "colinho" para Timóteo orientou-o a reagir como homem de
Deus, lembrando do exemplo de sua avó e mãe, assim como do próprio apóstolo,
que investiram pesado em sua formação bíblica.
Esteja atento para saber quando
exortar, mas também, quando aceitar exortação,
para que possa tomar fôlego, manter e progredir na caminhada, caso contrário será engolido por sentimentos e
emoções adoecedoras e até mortíferas.
Não
podemos ser presas de pessoas e nem de fatos e eventos, pois pelo Senhor fomos,
estamos e seremos mantidos. Ele nos levará a bom termo e prevaleceremos, por
isso exorte e aceite exortação para que possa desfrutar das vitórias do
Evangelho, mesmo quando tudo conspire ao contrário. Busque amadurecer, pois “nosso
Senhor, nunca prometeu uma viagem tranquila, mas garantiu uma chegada certa”. Reaja!!!!
- “Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade. Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.” (Fp 4:10-13 RA)
- “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Rm 8:26-28 RA)
- “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida. Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos, sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco. Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus. Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” (2Co 4:8-18 RA)
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