26 de dez. de 2025

2 Coríntios 1. Tema: Dor, consolo, consolo para a dor.

  •  “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos.” (2Co 1:3-6 RA)

           As vezes nos perguntamos quais seriam as razões de tantas tribulações e sofrimentos. Através de Paulo, o Espírito Santo nos explica que por traz destas experiências está o propósito divino de revelar Seu poder em nós e através de nós e isso nos dará condições de ajudar outros que sofrem.

  • “Então, respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” (Jó 42:1-6 RA)

Através das experiências de consolo que sempre sucedem os sofrimentos, adquirimos a fé e a maturidade necessárias para sabermos como nos portar vitoriosamente diante das tribulações, ajudarmos  uns aos outros e assim experimentarmos e testemunharmos do poder do Espírito Santo, também chamado por Jesus de Consolador.

  • “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,” (Jo 14:16 RA)
  • “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim; e vós também testemunhareis, porque estais comigo desde o princípio.” (Jo 15:26-27 RA)
  • “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo:” (Jo 16:7-8 RA)

          Através de Pedro, o Senhor nos exorta a encarar os momentos de sofrimento como uma identificação com Cristo e deles sairemos mais crentes, pois experimentaremos o poder de Deus que nos conforta e nos consola.

  • “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.” (1Pe 4:12-16 RA)

          Diante destas realidades, entendamos que o processo de amadurecimento e ajuda ao próximo é o seguinte : DOR, CONSOLO, CONSOLO PARA A DOR. Só tem autoridade para falar sobre dor, quem a sentiu, e, só pode falar de consolo quem o experimentou, por isso, quanto maior for a dor, mais expressivo será a porção recebida de amor.

Antes de sermos uma bênção e abençoarmos, precisamos ser abençoados e experimentados, pois só damos o que temos. A dor e o consolo nos capacitarão a ser uma bênção para aqueles que encontrarmos feridos pelo caminho, aos quais poderemos dizer de forma quebrantada e esperançosa: Confie em Deus, Ele é teu Consolador!

  • “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida.” (2Co 4:8-12 RA)

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