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7 de out. de 2026

Salmo 131. Tema: Em busca do silêncio interior.

  •  “Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” (Sl 131:2 RA)

           Em um mundo de tantas vozes e sons de baixa e alta frequência, terminamos ficando inquietos, aperreados e até exaustos e sem paz, devido a tanto barulho. Para lidarmos com isso, precisamos tomar algumas decisões em relação ao que é externo e o que é interno.

           Em relação as vozes e sons externos, devemos assumir algumas posturas que nos proporcionarão maior tranquilidade, como evitar determinados ambientes e pessoas, desativar algumas, ou, todas, redes sociais, bloquear alguns assuntos, deixar de acessar conteúdos, enfim, usar um “tapa ouvidos” e um “tapa olhos”, para não ver e nem ouvir o que nos pertubam.

  • “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Sl 1:1 RA)
  • “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” (1Co 15:33 RA)

          No que se refere as vozes internas, o desafio é maior, pois nos acompanham dia e noite e em todos os lugares, tirando-nos a paz e levando-nos a níveis de estresses altíssimos, capazes de gerarem um descompensar no comportamento. Em relação a estas vozes, também precisamos tomar decisões firmes, caso contrário “enlouqueceremos” e tomaremos decisões indevidas que nos adoecerão e àqueles que nos rodeiam. Por isso, silenciar as vozes da alma é tão importante, antes que nos empurrem para sentimentos e comportamentos malignos, tanto em relação a nós mesmos, quanto em relação aos outros, pois quem pensa mal, certamente agirá mal.

  • “SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.” (Sl 131:1-3 RA)
          A princípio, pensar assim, pode parecer radical, mas, talvez seja necessário, para o bem da própria saúde mental. Isso não significa que nos tornaremos um ermitão, isolados de tudo e de todos totalmente, mas, que devemos ser mais seletivos, pois, assim como algumas comidas fazem mal para nosso corpo, determinadas imagens e falas adoecem nossa alma.