- “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” (1Jo 2:4-6 RA)
- “Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas. Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há nenhum tropeço. Aquele, porém, que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos.” (1Jo 2:9-11 RA)
- “Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.” (1Jo 2:23 RA)
Ser coerente é uma necessidade de vida, visto
que só através do nosso comportamento credibilizamos o que falamos. Por isso, a
Palavra de Deus enfatiza tanto a importância da compatibilidade entre a fé e as
obras, o discurso e a prática, a história contada e a história vivida. Discursos
e promessas podem até impressionar os mais simples e despreparados, porém os maduros
e experimentados não se deixam levar e nem enganar, a não ser que tenham outras
razões para tanto.
João, homem maduro, apóstolo experiente,
discípulo consolidado, conhecia a história do Senhor e o Senhor da história,
por isso falou com tanta propriedade sobre a coerência entre a fala e as ações,
visto que, devido a sua experiência de vida, possuía inúmeros relatos mentais e
históricos de pessoas que prometiam e não faziam.
Faça uma reflexão e veja se há coerência
entre seu discurso e sua história, entre o que prometeu e o que viveu, sua fé e
suas obras, e se perceber que há incoerência busque a Deus sinceramente, arrependa-se
e torne-se o que deveria, isso lhe poupará de vergonhas futuras, pois “nada há
encoberto que não seja revelado”, além de poupar-se do risco de ser
desmascarado.
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